Comparações e Julgamentos

  Devocional Forte  

Mateus 7:1-3 “Não julgueis, para que não sejais julgados. Pois da mesma forma que julgardes os outros, sereis julgados; e com a medida com que medirdes, vos medirão a vós. Por que você olha para o cisco no olho do seu irmão e não se importa com a trave que está no seu próprio olho?”

     Desde pequenos vivemos em um mundo de comparações, aprendemos por meio delas, não importa qual área de nossa vida. A comparação pode vir a ser uma forma de julgamento, somos instigados a viver de acordo com “boas” comparações e nos inspirar em pessoas que deram certo (emagreceram, que tem um casamento estável, que conseguiu formar seus filhos) mas, o que acontece quando uma tempestade vem na vida daquele “exemplo” que seguimos, somos levados também a ir pelo mesmo caminho e tentados a colocar uma plaquinha naquela pessoa, “analisá-la e julgá-la” para que possamos dizer que nós não faremos isso, nós não somos assim ou que não deixaremos tal coisa acontecer.

Jesus nos alerta que esse tipo de comparação/julgamento, tentando “condenar’ alguém, será a mesma medida com a qual nós seremos julgados. Aqui posso refletir:

1-     Todo mundo erra, todos somos pecadores e estamos sujeitos a passar por adversidades. (João 16.33 Eu disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo”)

2-     A comparação pode nos levar a cultivar o orgulho e presunção no coração. (Provérbios 16:18 “O orgulho vem antes da destruição; o espírito altivo, antes da queda” Romanos 14.12 “Assim, cada um de nós prestará contas de si mesmo a Deus.”)

3-     Em Jesus somos perdoados e o Senhor segue perdoando todos os dias sempre que nos voltamos para Ele, essa é a palavra que devemos manter em nós. (Joao 3. 18-19 “Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, por não crer no nome do Filho Unigênito de Deus. Este é o julgamento: a luz veio ao mundo, mas os homens amaram as trevas, e não a luz, porque as suas obras eram más.”)

4-     O único verdadeiro bom exemplo a seguir, é o de Jesus, Ele sim foi o homem perfeito, sem pecados, obediente ao Pai. (João 13.13 “Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, porque eu o sou.”)

Se nos lembrarmos do quanto também somos pecadores, estaremos seguros debaixo da sua graça. Quanto mais buscarmos ser como Cristo nosso mestre, mais poderemos ter compaixão com o próximo, menos vamos querer ser Juiz do próximo, olharemos para as pessoas como elas são e não faremos dela um símbolo nem colocar num pedestal e nem jogá-la no fosso.

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